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Uma infinitesimal partícula inserida entre uma das infinitas vacâncias que permeiam o Universo.

LUAR DE ITAPUÃ

LUAR DE ITAPUÃ

Oh,
Lua de Itapuã...
Eis que chegas...
Silenciosa, Majestosa e Nua,
Com sua lânguida beleza prateada...
A esgarçar as cinérias auras...
Das brumas frescas e místicas...
Das ondas do mar de Itapuã...

Ritual da natureza que faz serenar o vento...
A bordar meus sonhos ponto a ponto...

Suspiros de eternos sentimentos...
Que em silêncio suaviza mil tormentos...

O imenso perfume de Deus que contém,
Inunda meu olfato sedento de infinito...

O véu de sua brisa Alquímica das estrelas ...
Quase me conforta ...

Assim se fez, mais uma vez, a brilhatura em turbilões...
A consolar infinitas ânsias,
Da lua de Itapuã...
Na Bahia de todos os santos...
De todos os encantos...
De alvinitentes e volupiosos pecados .


Direitos autorais ®
Fernando Carvalho
Salvador, 29 de novembro de 2008
Praia de Itapuã
22:30 horas

Um comentário:

Anônimo disse...

Bela homenagem faz seu poema a essa praia tão famosa
cheia de encantos !

Parabéns