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Uma infinitesimal partícula inserida entre uma das infinitas vacâncias que permeiam o Universo.

POEMA POR LUCAS E POR LUAN

POEMA DE LUCAS E DE LUAN
(Dedicado aos meus filhos Lucas e Luan)

Imagens claras em minha mente...
Renunciaram a ser Anexos do ventre de sua mãe...
E como seres evolucionários,
Na consonância Divina do Deus cósmico,
Adentraram no espaço etéreo do universo...

Prodígios da procriação,
A natureza abriu-se em flor,
Com brilho de encantação,
A colorir os meus desenhos, adredemente, mais foscos e
Consolar minhas lágrimas mais voltejantes...

Embalados pelo som da magia...
Evoluem em veloce exponencial e
Deliciosamente compartilho suas brilhaturas mais lúdicas,
Em sintonia perfeita com os sonhos que um dia sonhei...

Epigonos do amor divino,
Que enxertam nos vácuos do meu vazio e...
Nos vacúolos do meu coração...
Substratos de amor e carinho...

Sobeja-me,
Quando da hora do meu último adeus...
Ao deus do meu coração,
Ressoantemente,
A gratidão, de ressurtir,
Neste plano atemporal...
O amor infinito e vital...
Por Lucas e por Luan.



Direitos autorais ®
Fernando Carvalho
João Pessoa, 29 de outubro de 2008
00:18 horas

ALQUIMIA

ALQUIMIA

Depois de você........
Porque ?
Porque ?
Minha partitura ficou sem notas...
Minha música ficou monofônica..
Minha poesia ficou assimétrica...
Depois de você.........
Porque ?
As outras são apenas ornamentos disformes.......
Depois de você.........
Porque ?
Eu tanto me dei...
Eu tanto me enganei...
Eu tanto pequei...
Eu tanto chorei...
Eu tanto me entreguei...
Depois de você.........
Porque ?
Olvidei a minha Paz...
Deixei de sonhar os meus sonhos...
Porque ?
Passei a ser alfandegado...
A te caçar em minha cama feito demanda obsessiva...
Porque ?
Me viciei na sua volúpia...
Me acorrentei ao seu êxtase...
Depois de você.........
Porque ?
Não alcanço te esquecer...
Porque ?
Nas percepções e inspirações de um “insigth”,
Defronto-me na resposta epigrafada:
É a transbordância da Dança Metafísica dos
“Feromônios”,
No Teorema Alquímico e Enzimático que equaciona,
Mente, corpo e Alma..
No desagravo dessa estranhável e deliciosa Loucura,
Que me cola ao teu Corpo....
Que me Consorcia a tua Alma...

Direitos autorais ®
Fernando Carvalho
João Pessoa, 27 de outubro de 2008
00:30 Horas