Quem sou eu
- FERNANDO CARVALHO
- Uma infinitesimal partícula inserida entre uma das infinitas vacâncias que permeiam o Universo.
Homenagem ao Gran Fernan
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Homenagem ao Gran Fernan
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Homenagem ao Gran Fernan
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PORTO
PORTO
Horizonte alargado que instiga minha embarcação,
Véu do limite do meu coração,
no oceano de vidro da minha paixão,
Flor de cânhamo pungente que,
ponto a ponto em minha alma,
sufoca minha solidão,
Esperança que arquiva,
os desmedidos ventos,
que ameaçam os castelos de areias,
do meu coração,
O portal de argos que clama e acelera,
o indispensável recomeço,
apesar da morte das cinzas,
do meu plasmático amor,
Consolo da mágoa,
por sua ausência infinda,
que fere e carcome,
a arquitetura orgânica,
dos meus átomos aflitos.
©FERNANDO CARVALHO
João Pessoa, 12 de fevereiro de 2011
Horizonte alargado que instiga minha embarcação,
Véu do limite do meu coração,
no oceano de vidro da minha paixão,
Flor de cânhamo pungente que,
ponto a ponto em minha alma,
sufoca minha solidão,
Esperança que arquiva,
os desmedidos ventos,
que ameaçam os castelos de areias,
do meu coração,
O portal de argos que clama e acelera,
o indispensável recomeço,
apesar da morte das cinzas,
do meu plasmático amor,
Consolo da mágoa,
por sua ausência infinda,
que fere e carcome,
a arquitetura orgânica,
dos meus átomos aflitos.
©FERNANDO CARVALHO
João Pessoa, 12 de fevereiro de 2011
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